8 mitos e verdades sobre as pastilhas de freio

Como toda peça automotiva, há uma série de dúvidas muito comuns sobre as pastilhas de freio. Da mesma forma, as respostas giram em torno de mitos e verdades. Por isso, a Corven separou 8 mitos e verdades sobre essa peça essencial no seu automóvel e você confere abaixo se o que ouve por aí é verdade ou apenas um mito.

  1.      Pastilha de freio não precisa ser trocada

Mito.  A durabilidade da pastilha de freio está diretamente ligada ao seu uso e ao tipo de material utilizado nelas. Nesses casos, o recomendado é fazer a troca a cada 20 mil quilômetros. Se você mora em uma cidade muito grande, como São Paulo, em que engarrafamentos e aquele clássico arranca e para são comuns, a duração delas será bem menor. Já se você não tem um uso tão frequente do freio, elas podem durar de 35 a 40 mil quilômetros.

  1.      Nem todas as rodas têm pastilhas de freio

Verdade. No Brasil, a maioria dos carros possui pastilhas de freio somente na frente, que é onde costuma ficar o sistema de freio a disco. Sendo que, no eixo traseiro, costuma ser usado um sistema de freios a tambor. Contudo, alguns veículos possuem o sistema de freio à disco nas quatro rodas.

  1. Pastilhas da frente se desgastam antes

Verdade e mito. É verdade que as pastilhas da frente gastam mais rápido e precisam ser trocadas antes, mas as montadoras normalmente compensam essa diferença no desgaste, colocando pastilhas menores atrás. Logo, estas últimas se desgastam tanto quanto as primeiras.

  1. Não tem como saber o momento certo de fazer a troca

Mito. Você irá notar pelo menos um dos sintomas que vamos relacionar. Em primeiro lugar, vai sentir dificuldade para frear o veículo. Se isso acontecer, você terá que fazer mais força no pedal e vai notar que o carro leva mais tempo para reduzir a velocidade. Ou você vai perceber que o pedal do freio está mais fundo ou mais baixo que o normal.

  1. Pode ser necessário substituir o disco junto às pastilhas

Mito. Você só precisa trocar o disco caso a avaria seja muito forte – capaz de abrir sulcos bem profundos na peça. Caso contrário, você pode mandar fazer uma retificação do disco de freio, mas cuidado para não atingir a espessura mínima indicada pela empresa fabricante (que também consta no manual).

  1. A quilometragem indica a hora de trocar as pastilhas

Verdade. Quando atingir os 20 mil quilômetros, caso seu carro seja exposto a muitas freadas, comuns em grandes centros urbanos, ou até 40 mil quilômetros, caso você utilize o carro para viagens mais longas, que não precisam do arranca e para constante.

  1. Painel pode informar sobre desgaste das pastilhas

Verdade. Alguns veículos contam com sensor de desgaste das pastilhas de freio. Ou seja, acende uma luz no painel indicando o momento da troca, o que torna bem mais prático saber o momento certo. Logo, quando a luz do painel indica nível do fluído hidráulico no reservatório baixo pode também indicar desgaste das pastilhas, recomenda-se sempre verificar as mesmas antes de completar o nível.

  1. Pastilha de freio não gasta à toa

Mito. Elas gastam tanto que é necessário fazer a substituição de tempos em tempos. Obviamente, quanto melhor é o material do qual é feita, mais tempo e uma maior quilometragem ela dura.

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